UNIDOS PELO AMOR

Todos nós já tivemos fracassos em alguma época da vida.
De fato, quanto mais enfrentamos os riscos de uma nova experiência, de um novo conceito, maior é a probabilidade de fracassarmos, ao menos em curto prazo.
Não é fácil ser bem sucedido quando experimentamos, pela primeira vez, algo novo e ambicioso e,
se tivermos medo de fracassar, teremos medo de correr riscos.
Se nunca arriscarmos algo novo, ficaremos estagnados.
 O crescimento requer uma disponibilidade de correr o risco do fracasso e da derrota.
Se, quando bebês, tivéssemos medo de falhar, poucos de nós teriam aprendido a andar e a falar!
Para aprender a andar tivemos que cair algumas vezes, arranhar os joelhos e machucar o rosto.
Para ter sucesso - para nos tornarmos vitoriosos - devemos correr o risco do fracasso.
Mas a lição importante é esta: o fracasso não é derrota, a não ser que você o permita.
Mas, engolir uma derrota quer dizer "falhei, portanto sou um fracasso" ou
"como não fiz direito, não sou capaz de fazer.
" Engolir uma derrota é acreditar que somos os nossos acertos ou nossos fracassos.
 Se engolirmos uma derrota, a partir daquele momento, a nossa habilidade para funcionar efetivamente
fica comprometida. Todos os grandes líderes, todos os grandes atletas, todos os grandes exploradores, pensadores, inventores, empresários, cometeram erros, experimentaram fracassos. Entretanto,
eles se tornaram grandes porque não se culparam pelas suas falhas, ao contrário,
usaram os seus erros como lições para melhorar o seu desempenho.   
Sabiam que o fracasso era apenas momentâneo
e que não significava, necessariamente, uma derrota.
Recusaram-se a engolir a amargura do fracasso e se empenharam na luta pela doçura do sucesso.
 Grandes realizações são, freqüentemente, tentadas, mas raramente alcançadas.
O que é interessante (e estimulante) é que os que alcançaram tais objetivos são normalmente aqueles
que falharam muitas vezes antes.
 Aonde quer que você estiver hoje, escute-me!
Ficar sentado aí, lambendo suas feridas, somente deixará um gosto amargo em sua boca. Suspiros,
lágrimas e pensamentos de desistência são compreensíveis para o momento, mas indesculpáveis para o futuro.
Levante-se e siga adiante!
E se você estiver procurando uma garantia absoluta contra fracassos, eu lamento, não vai encontrá-la.
 

:: Postado por NOV@ ER@ às 19h59
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UNIDOS PELO AMOR

 

Mais graves que as viroses habituais são aquelas que têm procedência no psiquismo desvairado.
Por ser agente da vida organizada, a mente sadia propicia o desenvolvimento das micropartículas que sustentam com equilíbrio a organização somática, assim como, através de descargas vigorosas, bombardeia os seus centros de atividade, dando curso a desarmonias inumeráveis.
Mentes viciosas e pessimistas geram vírus que se alojam no núcleo das células, e as destruindo se espalham pela corrente sanguínea, dando surgimento a enfermidades soezes.
Além desta funesta realização, interferem na organização imunológica e, afetando-a, facultam a agressão de outros agentes destruidores, que desenvolvem síndromes cruéis e degenerativas.
Além dos vícios que entorpecem os sentimentos relevantes do homem, perturbando-lhe a existência, o tédio e o ciúme, a violência e a queixa, entre outros hábitos perniciosos, são responsáveis pela desestruturação física e emocional da criatura.
O tédio é resultado da ociosidade costumeira da mente acomodada e preguiçosa.
Matriz de muitos infortúnios, responde por neuroses estranhas e depressivas, culminando com o suicídio injustificável e covarde.
Entregue ao tédio, o paciente transfere responsabilidades e ações para os outros, deixan dose sucumbir na amargura, quando não se envenena pela revolta contra todos e tudo.
A mente, entregue ao ciúme, fomenta acontecimentos que gostaria se realizassem, afim de atormentar-se e atormentar, aprisionando ou perseguindo a sua vítima.
Por sua vez, desconecta os centros de equilíbrio, passando à condição de vapor dissolvente da confiança e do amor.
A violência é distúrbio emocional, que remanesce do primitivismo das origens, facultando o combustível do ódio, que se inflama em incêndio infeliz, a devorar o ser que o proporciona.
Quando isto não ocorre, dispara dardos certeiros nas usinas da emoção, que se destrambelha, gerando vírus perigosos que se instalam no organismo desarticulado e o vencem.
A queixa ressuma como desrespeito ao trabalho e aos valores alheios, sempre pronta a censurar e a fiscalizar os outros, lamentando-se, enquanto vapores tóxicos inutilizam os núcleos da ação, que se enferrujam e perdem a finalidade.
Há todo um complexo de hábitos mentais e vícios morais, prejudiciais, que agridem a vida e a desnaturam.
É indispensável que o homem se resolva por utilizar do admirável arsenal de recursos que possui, aplicando os valores edificantes a serviço da sua felicidade.
Vives consoante pensas e almejas. consciente ou inconscientemente.
Conforme dirijas a mente, recolherás os resultados.
Possuis todos os recursos ao alcance da vontade.
Canalizando-a para o bem ou para o mal, fruirás saúde ou doença.
Tem em mente, no entanto, que o teu destino é programado pela tua mente e pelos teus atos, dependendo de ti a direção que lhe concedas.

(Joana de Ângelis)

:: Postado por NOV@ ER@ às 22h09
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AUXÍLIOS ANTECIPADOS

 
Cultiva a afabilidade nas áreas do relacionamento com os outros, lembrando a experiência do lavrador que sabe, por antecipação a espécie de frutos que colherá, por viver conscientizado, quanto às particularidades da sementeira.
Não te permitas a fuga de situações que se te afigurem desagradáveis.
Os contatos sociais não se destinam unicamente à lavoura afetiva, em que o salário da compreensão assegura o incentivo ao trabalho e a alegria de viver.
Observa os ensinamentos da vida nas aulas do cotidiano.
Aquele amigo que te parece menos simpático e que habitualmente suportas, tão-só atendendo a princípios de educação, será provavelmente, em dias breves, o chefe da repartição de cujo favor talvez dependas futuramente.
Certo companheiro que consideras portador de maneiras estouvadas será provavelmente o irmão que, em momento oportuno, te arrancará de crises amargas.
A mulher em cuja presença anotas hoje vários defeitos, possivelmente, amanhã te surgirá na condição de enfermeira prestimosa, amparando-te os seres queridos.
A jovem extrovertida, cujas maneiras agora censuras, talvez depois te apareça por alguém que se te incorpora à família, erigindo-se no apoio de teus dias, em tempo de provação.
Não condenes pessoa alguma.
Somos todos irmãos, ante a Providência Divina, interligados no trabalho do dia-a-dia, em função de nosso aperfeiçoamento mútuo.
Aprende a sorrir, servindo sempre.
Hoje, pode ser o teu dia de suportar. Amanhã, no entanto, precisarás dessa ou daquela pessoa considerada difícil que te tolere em algum momento infeliz. Agora é o teu instante de algo ofertar, a benefício de alguém. Depois, no entanto, surgirá, talvez sem que esperes, o teu momento de receber.
 
 

Emmanuel/Chico Xavier
Livro "Amigo" - 1979
Ceu - Cultura Espírita União

:: Postado por NOV@ ER@ às 10h29
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À Frente do Desespero

Dias há nos quais tens a impressão de que mesmo a luz do sol parece débil, sem que consiga fulgir nos panoramas do teu caminho. Tudo são inquietações e ansiedades que pareciam vencidas e que retornam como fantasmas ameaçadoras, gerando clima de sofrimento interior.
Nessas ocasiões, tudo corre mal. Acontecem insucessos imprevistos e contrariedades surgem de muitas situações que se amontoam, transformando-se em óbice cruel de difícil transposição.
Surgem aflições em família que navegava em águas de paz, repontam problemas de conjuntura grave em amigos que te buscam socorros imediatos e, como se não bastassem, a enfermidade chega e se assenhoreia da frágil esperança que, então, se faz fugidia.
Nessa roda-viva, gritas interiormente por paz e sentes indescritível necessidade de repouso. A morte se te afigura uma bênção capaz de liberar-te de tantas dores!...
Refaze, porém, a observação.
Tudo são testemunhos necessários à fortaleza espiritual, indispensáveis à fixação dos valores transcendentes.
Não fora isso, porém, todas essas abençoadas oportunidades de resgate, e a vida calma amolentaria o teu caráter, conspirando contra a paz porvindoura, por adiar o instante em que ela se instalaria no teu imo.
Quando tudo corre bem em volta de nós e de referência a nós não nos dói a dor alheia nem nos aflige a aflição do próximo. Perdemos a percepção para as coisas sutis da vida espiritual, a mais importante, e desse modo nos desviamos da rota redentora.
Não te agastes, pois, com os acontecimentos afligentes que independem de ti.
A família segue adiante, o amor muda de domicílio, a doença desaparece, a contrariedade se dilui, a agressão desiste, a inquietude se acalma se souberes permanecer sereno ante toda dor que te chegue, enquanto no círculo de fé sublimas aspirações e retificas conceitos.
Continua fiel no posto, operário anônimo do bem de todos, e espera.
Os ingratos que se acreditaram capazes de te esquecer lembrar-se-ão e possivelmente volverão: os amigos que te deixaram, os amores que te não corresponderam, aqueles que te não quiseram compreender, quantos zombaram da tua fraqueza e ridicularizaram tua dor envolta nos tecidos da humildade, os que investiram contra os teu anelos voltarão, tornarão sim, pois ninguém atinge a plenitude da montanha sem a vitória pelo vale que necessita vencido.
Tem calma! Silencia a revolta!
Refugia-te na palavra clarificadora do Evangelho Consolador e enxuga tuas lágrimas com as suas lições. Dos seus textos extrai o licor da vitalidade e tece com as mãos da esperança a grinalda da paz para o coração lanhado e sofrido. Se conseguires afogar todas as penas na oração de refazimento, sairás do colóquio da prece restaurado, e descobrirás que, apesar de tudo acontecer em dias que tais, Jesus luze intimamente nas províncias do teu espírito. Poderás, então, confiar e seguir firme, certo da perene vitória do amor.

 Joana de Ângelis

:: Postado por NOV@ ER@ às 13h44
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