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DVD COM LANÇAMENTO MUNDIAL

Em comemoração ao Bicentenário de Nascimento de Allan Kardec (1804-2004), o Codificador do Espiritismo, a Versátil Home Video produziu, sob licença da Federação Espírita Brasileira (FEB), o DVD do filme O ESPIRITISMO – DE KARDEC AOS DIAS DE HOJE. Esta Edição Especial tem menus e legendas em oito línguas, incluindo Esperanto, pela primeira vez apresentado num DVD. Além disso, trata-se de um DVD para uso universal (com dois sistemas de cor padrões NTSC/PAL e, também, multizonal), podendo ser reproduzido em qualquer aparelho ou televisor do mundo.
O filme traz uma visão geral sobre os preceitos básicos da Doutrina Espírita e sua contribuição para o progresso e a felicidade do ser humano. Abrangendo desde as obras que compõe a Codificação do Espiritismo por Allan Kardec ao Movimento Espírita da atualidade, o DVD é uma excelente introdução à Filosofia, à Ciência e à Religião Espírita.
Biografia de Allan Kardec (1804-1869)
Hippolyte Léon Denizard Rivail nasceu em Lyon, França, em 3 de outubro de 1804. Estudou em Yverdon (Suíça) com o célebre Johann Heinrich Pestalozzi, de quem se tornou um eminente discípulo e colaborador. Aplicou-se à propaganda do sistema de educação que exerceu grande influência sobre a reforma dos estudos na França e na Alemanha. Lingüista insigne, falava alemão, inglês, italiano, espanhol e holandês. Traduziu para o alemão excertos de autores clássicos franceses, especialmente os escritos de Fénelon (François de Salignat de la Mothe)
Fundou em Paris, com sua esposa Amélie Gabrielle Boudet, um estabelecimento semelhante ao de Yverdon. Escreveu gramáticas, aritméticas, estudos pedagógicos superiores; traduziu obras inglesas e alemãs. Organizou, em sua casa, cursos gratuitos de química, física, astronomia e anatomia comparada.
Membro de várias sociedades sábias, notadamente da Academia Real de Arrás, foi premiado, por concurso, em 1831, com a monografia Qual o Sistema de Estudo Mais em Harmonia Com as Necessidades da Época? Dentre as suas obras, destacam--se: Curso prático e teórico de aritmética segundo o método de Pestalozzi (1824); Plano apresentado para o melhoramento da instrução pública (1828); e Gramática francesa clássica (1831).
Foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar nas mesas girantes, fenômeno mediúnico que agitava a Europa. Em Paris, ele fez os seus primeiros estudos do Espiritismo. Aplicou à nova ciência o método da experimentação: nunca formulou teorias pré-concebidas, observava atentamente, comparava, deduzia as conseqüências; procurava sempre a razão e a lógica dos fatos. Interrogou os Espíritos, anotou e ordenou os dados que obteve. Por isso é chamado Codificador do Espiritismo. Os autores da Doutrina são os Espíritos Superiores. A princípio, Rivail objetivava apenas sua própria instrução. Mais tarde, quando viu que tudo aquilo formava um conjunto e tomava as proporções de uma doutrina, decidiu publicar um livro, para instrução de todos. Assim, lançou O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857. Adotou o pseudônimo Allan Kardec, em referência a uma precedente existência, a fim de diferenciar a obra espírita da produção pedagógica anteriormente publicada.
Em janeiro de 1858 lançou a Revue Spirite (Revista Espírita) e em abril do mesmo ano fundou a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Em seguida, publicou O que é o Espiritismo (1859), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868). Kardec desencarnou em Paris, em 31 de março de 1869, aos 64 anos, em razão da ruptura de um aneurisma. Seu corpo está enterrado no cemitério Père-Lachaise, na capital francesa. Seus amigos reuniram textos inéditos e anotações no livro Obras Póstumas, lançado em 1890. O túmulo de Allan Kardec no cemitério Père-Lachaise em Paris é o mais visitado por pessoas de todo o mundo e também o mais florido da França.
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Pense Bem Antes de Votar - Orson Peter Carrara

No passado, a presença da forca ou da guilhotina eram sinal de civilização. Atualmente não é diferente: a promiscuidade moral ergue motéis que ampliam o campo de contágio de enfermidades, decretando morte e destruição. Antes, os campos ficavam despovoados pelas famílias que acorriam às cidades em busca de oportunidade, formando multidões de mendigos e miseráveis. Nos dias atuais ocorre o mesmo fenômeno porque os campos são deixados pelos seus extorquidos proprietários ou residentes, que se transferem em grupos procurando ocasião que nunca lhes chega, formando favelas de horror e residindo sob pontes e viadutos, ou ainda em casebres miseráveis, feitos de lata e papelão.
As autoridades que os deveriam socorrer, concedendo-lhes cidadania e dignidade, mantêm-nos em terrível esquecimento e desprezo. Na verdade, visitam-nos somente nos períodos pré-eleitoreiros, quando os enganam com cinismo e sarcasmo, apresentando discursos irônicos, nos quais prometem trabalho, saúde, educação, recreio, que sabem nunca se realizarão... Afinal, logo passam aqueles dias de paixões, e eles são esquecidos novamente, quando retornam os fantasmas da fome, da prostituição, do crime, que continuam rondando-lhes os passos e convivendo juntos.
Na verdade, as raízes da miséria sócioeconômica estão fincadas no egoísmo, que é o responsável pela desgraça moral que domina a sociedade, que somente pensa em si, transformando seu próximo em animal de carga para servir-lhe, mutilando-lhe a existência através de mecanismos bem urdidos, que nunca lhes concedem oportunidade de honra, neles anulando as esperanças e tirando-lhes o direito de humanidade. E eles, assim dominados, nem se dão conta da própria desdita, nem sequer aspiram por nada melhor, pois que foram exauridos de forças e sentimentos, o que inclusive os impede de sonhar sequer por situação menos infeliz, reagindo à situação primária a que foram atirados.
Assim agiram os dominadores das massas em todas as épocas da humanidade. Matam primeiro os ideais, convencem os miseráveis da sua inoperância e situação inferior... E assim continuam. Deixam pegadas de ódio e, porque temidos, são detestados, porque poderosos não têm amigos e, sim, bajuladores que desejam beneficiar-se de sua transitória situação dominadora.
Iniciada, porém, a saga dos direitos humanos, a cidadania começou a desenhar novas alternativas para o ser humano, que merece viver com dignidade, recebendo do Estado, que deve zelar pela sua existência, tudo aquilo que constitui valor para a construção dos seus sentimentos livres. A liberdade é o maior tesouro pelo qual devem lutar todos os homens e nações. Para que seja lograda é indispensável que exista a consciência da justiça que responde pelo equilíbrio legal e moral da sociedade.
Em uma sociedade onde exista mendigos nas ruas, exploração do homem pelo homem, uso indevido do poder político e econômico, a justiça é falha e a liberdade se encontra amordaçada pelos interesses servis dos governantes e dominadores dos meios que favorecem a vida. E a justiça para ser equânime é obrigada a considerar o indivíduo como cidadão do mundo e não como instrumento de uso por uns e de extravagância de outros, sem direito de opinião ou de ação. O conjunto social deve atender a todos igualmente, sem privilégios ou exceções, sem perseguições nem tolerância, mantendo os mesmos critérios em relação a todas as criaturas. Isto é justiça social!
Considerando a gravidade dos problemas nacionais, é preciso pensar bem antes de votar.
*baseado em texto ditado por Victor Hugo ao médium Divaldo Pereira Franco, no dia 8 de junho de 2001, em Paris-França.
Transcrição parcial da revista O Médium, de julho/agosto de 2002 pág. 11 a 13
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NOV@ ER@
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O Homem 
( Roberto Carlos - Erasmo Carlos )
Um certo dia um homem esteve aqui
Tinha o olhar mais belo que já existiu
Tinha no cantar uma oração
No falar a mais linda canção que já se ouviu
Sua voz falava só de amor
Todo gesto seu era de amor
E paz ele trazia no coração.
Ele pelos campos caminhou
Subiu as montanhas e falou do amor maior
Fez a luz brilhar na escuridão
O sol nascer em cada coração que compreendeu
Que além da vida que se tem
Existe uma outra vida além
E assim o renascer, morrer não é o fim.
Tudo que aqui ele deixou
Não passou e vai sempre existir
Flores nos lugares que pisou
Viu caminho certo pra seguir.
Eu sei que ele um dia vai voltar
E nos mesmos campos procurar
o que plantou
E colher o que de bom nasceu
Chorar pela semente que morreu
sem florescer
Mas ainda há tempo de plantar
Fazer dentro de si a flor do bem
Crescer pra lhe entregar
Quando ele aqui chegar.
*************
Quero dividir com vc um momento muito especial...
neste final de semana participei de um seminário,
onde reencontrei amigos,
tive o prazer de conhecer outros
que mantinha somente esta contato virtual,
como este que tenho com vc...
espero um dia poder estar ao teu lado,
para poder te dar um abraço e dizer pessoalmente
“Obrigado por VOCÊ ser meu amigo”
Durante o seminário houve um momento especial...
ao som desta música de Roberto Carlos,
com esta imagem de Cristo projetada em um telão...
onde muitas pessoas em um só pensamento
puderam ver que nem tudo está perdido...
e que tudo que aqui ELE deixou,
não passou e vai sempre existir,
flores nos lugares que pisou...
este com certeza é o caminho certo pra seguir!
Não vamos chorar pela semente que morreu sem florescer
Por que ainda a tempo de plantar,
fazendo florescer dentro de si a flor do bem!
Por isso espero que sua semana seja de paz...
e onde quer que VC passe deixe
o perfume da flor que está dentro do seu coração pairando no ar!
Um grande beijo no seu coração!
:: Postado por
NOV@ ER@
às
09h56
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